segunda-feira, 25 de maio de 2009

Crítica sobre: Brida {Livro}

- Então de que vale procurar? - perguntou ela.
- Não procuramos. Aceitamos, e então a vida passa a ser muito mais intensa e mais brilhante, porque entendemos que cada passo nosso, em todos os muitos da vida, tem um significado maior do que nós mesmos. Entendemos que, em algum lugar do tempo e do espaço, esta pergunta está respondida. Entendemos que existe um motivo para estarmos aqui, e isso basta.
"Mergulhamos da Noite Escura com fé, cumprimos o que os antigos alquimistas chamavam de Lenda Pessoal, e nos entregamos por inteiro a cada instante, sabendo que sempre existe uma Mão que nos guia: cabe a nós aceitá-la ou não." 

Brida é uma jovem recém-iniciada na vida de bruxa, por assim dizer, e quer receber treinamento de um bruxo que todo mundo diz que é o cara. O tal bruxo, ao ver Brida, já sabe que ela é sua alma gêmea, e tenta de todas as formas afastá-la. 
Brida ainda não tinha essa percepção, já que tinha alguém em sua vida, que para ela, era sua alma gêmea. Ao longo do livro, vemos Paulo Coelho nos dedicar vários momentos de contemplação da alma, da essência, do que é realmente importante (segundo ele mesmo), sempre carregada de muito misticismo. 

Um bom romance, mesclado com misticismo e a angústia que todos ficam ante as escolhas inerentes à vida. O final, não é o esperado, e por isso mesmo o achei interessante, mostrando como o encontro entre as pessoas acaba por alterar o destino de todas elas. Li Brida em um momento digamos especial sim, a maioria dos livros que procurava e lia até então era misticos, e que remetiam a Wicca então encontrar brida foi uma surpresa interessantíssima!

Eu gostei do livro. Gostei da Brida e do bruxo TDB. E gostei do Loren, o namorado da Brida. Não chega a ser um triângulo amoroso (Só lendo... Não gosto de deixar spoleir nas resenhas), mas deixa você com o coração na mão, imaginando qual será a decisão de Brida. Com quem ela ficará. No final, você vê que ela tinha que ficar com quem ficou mesmo. Mas deu uma pena do outro... 
Não posso falar muito sobre a diagramação do livro, pois não lembro de como é, faz um bom tempo que eu li este livro, o que posso dizer é que as capas da Planeta são as mais bonitas que eu já vi para os livros do autor Paulo Coelho!

Gostei bastante do livro, mas não sei se consegui passar a vocês um pouco do que eu achei a respeito dele, pois o li faz tempo, e acabo por esquecer detalhes aqui e ali. Sei que muitos não gostam do autor, têm livros dele que também não gosto, mas não tenho preconceito com os demais como muitos, no tempo que li este livro, lembro que sempre corria atras de mais um livro do Paulo Coelho para ler, não me arrependo de ter lido e leria novamente, e ainda pretendo fazer minha coleção dos livros que mais gostei dele!

Qual minha nota para o livro:


Autor: Paulo Coelho
Gênero: Místico
Ano De Lançamento: 1990
Nº de páginas: 264
Editora: Planeta 

Sinopse: Um texto anônimo diz que cada um de nós, em sua existência, pode ter duas atitudes: construir ou plantar. Os construtores podem demorar anos em suas tarefas, mas um dia terminam e acabam por ficar limitados às suas próprias paredes. A vida perde sentido quando a construção acaba. Os que plantam podem sofrer tempestades e poucas vezes descansam. Mas o jardim jamais cessa de crescer e, ainda que exija a atenção do jardineiro, também permite que a vida seja uma grande aventura. Na história de cada planta está o crescimento de toda a terra.

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