quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Crítica sobre: O Restaurante No Fim Do Universo {Livro}

O livro “O Restaurante no Fim do Universo” é o segundo livro da trilogia de quatro livros que na verdade são cinco, escrita pelo genial Douglas Adams no bar do Milliways bebendo uma Dinamite Pangaláctica. 

O livro começa com uma breve recapitulação dos episódios anteriores, sendo uma continuação direta do primeiro livro, tão direta que do final do primeiro livro ao começo do segundo, passaram se apenas duas horas, foi o tempo necessário para o leitor beber uma boa xícara de chá, e continuar a ler esta obra magnífica. 

A história continua com os cinco amigos (Arthur Dent, Ford Prefect, Zaphod Beeblebrox, Tricia McMillan e Marvin) a bordo da mais fantástica e improvável nave da galáxia, a “Coração de Ouro” que viaja tranqüilamente pela galáxia. Após um momento de tranqüilidade a nave começa a ser atacada por nossos vilões preferidos, os “Vogons”, mas misteriosamente nossos amigos não conseguem fugir do ataque, pois o computador da nave não responde, pois esta ocupado tentando fazer chá para o Arthur, diante dessa situação clítica, Zaphod tem uma idéia aleatória vinda de um de seus cérebros cujo qual ele não tem controle algum. Bom, a brilhante idéia de Zaphod você terá que descobrir. 

Com isso, vamos descobrindo mais sobre o passado do Presidente da Galáxia Zaphod, que depois de um certo tempo é preso e mandado para o planeta Frogstar, que é o planeta mais radicalmente maligno de toda a Galáxia, ele é mando para sofrer a pior de todas as torturas, uma sessão de terapia reversa no “Vórtice da Perspectiva Total”. 

“O homem que inventou o vórtice da perspectiva total o fez basicamente para irritar sua mulher. 
Trin Tragula – esse era seu nome – era um sonhador, um pensador, um filosofo ou, como sua mulher o definiria, um idiota.”

Após idas e vindas nessa aventura cheia de humor britânico e ironia genial, todos estamos cansados, então paramos no Milliways para comermos um belo filé, de uma vaca que vai até a mesa do cliente se oferecer para ser morta, e apreciarmos a vista para o evento cósmico mais magnífico, “O Fim do Universo” que ocorre todas as noites no restaurante no fim do universo. 

Nesse ponto a história fica muito interessante, pois começa as viagens no tempo. Cuja primeira viagem é direta para o restaurante no fim do universo, um lugar magnífico para se relaxar depois de tantas confusões vividas por esses cinco amigos. 

Após o fim do Universo acontecer, as confusões só aumentam na vida de nossos amigos, e com isso a história vai ficando cada vez mais interessante. 

Até o ponto em que nossos amigos se separam, por culpa de um teletrasportador com defeito e de um show de rock, apartir desse momento temos dois arcos paralelos de história ocorrendo, mas interligados de certo modo, ou não. 

Com isso a história encaminha-se para o final, mas antes disso somos apresentados ao personagem mais marcante de toda a série até agora, o “Homem que rege o Universo”. 

“- Como posso saber – disse o homem -, se o passado não é uma ficção projetada para explicar a discrepância entre minhas sensações físicas imediatas e meu estado de espírito?”

Nesse ponto da história você percebe mais uma vez a genialidade de Douglas Adams, e isso te faz se prender mais ainda nessa história, e te da mais motivação para continuar lendo essa genial coleção de livros. 

Bom, era isso o que posso dizer, até a próxima resenha, adeus e obrigado pelos peixes. 

“QUANTO É SEIS VEZES NOVE? QUARENTA E DOIS”
P.s: Esta resenha é de autoria de Éder. (Se você também quer publicar sua resenha no blog entre em contato comigo).


Qual minha nota para o livro:


Autor: Douglas Adams
Paginas: 173
Editora: Sextante

Sinopse: O segundo livro da série de Douglas Adams, que começou com o surpreendente “O Guia do Mochileiro das galáxias”, mostra os cinco amigos vivendo as mais inesperadas confusões numa história cheia de sátira e, ironia e bom humor.

Com seu estilo inteligente e sagaz, Douglas Adams prende o leitor a cada página numa maravilhosa aventura de ficção científica combinada ao mais fino humor britânico, que conquistou fãs no mundo inteiro. Uma verdadeira viagem, em qualquer um dos mais improváveis sentidos.

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